Contos de fadas são tão cruéis. Eles torturam a minha mente e imaginação, até um pouquinho o meu coração. Saber que “era uma vez” e “felizes para sempre” não passa de coisa da nossa cabeça, é triste, devastador. Ainda mais nessa altura da vida, na onde eu tenho plena consciência que príncipes, fadas madrinhas e coisas do tipo não existem, é torturante!
Sei que tenho apenas 17 anos, mas a minha mãe sempre diz que eu sou a mais idosa da casa (isso é um elogio?). Talvez essa minha “chatice” seja apenas uma maneira de me preservar contra pensamentos e sentimentos indesejáveis e inúteis. Veja por exemplo, os meus 13/14 anos: eu não via a hora de ter 18 para pode ir em festas, baladas, beber e pegar um monte de gatinhos (essas coisas típicas que a gente vê em filme americano e bate a vontade de fazer um dia). E agora que faltam poucos meses para isso acontecer (faço 18 aninhos em Março), a única coisa que consigo pensar é nas minhas “rugas” que estão por vir futuramente.
É estranho ver o quanto eu mudei e o quanto vejo as coisas diferentes.
Bem, o motivo deste post é que nesses últimos tempos me bateu uma saudades dos contos clássicos da Disney. Assisti alguns recentemente e me veio aquela sensação de nostalgia, aquela saudade de acreditar no faz de conta sabe? Eu sei o quanto machuca acreditar nisso, aliás, eu mais do que ninguém sei como dói saber que “é só faz de conta” mesmo… Mas sabem, acho que contos de fadas não são tão ruins assim. De certa maneira,
Eu ainda quero muito viver um conto de fadas, confesso. Mas nada parecido com a Bela Adormecida ou a Cinderela. Branca de neve? Vish! Nem pensar! Vamos dizer assim que quero inventar uma nova princesa,

~le suka acorda~ Nem reparem na minha ilustração tosca, pfvr :B



Uma ET de 17 anos (











































